Artes Visuais 2015
Blog dos alunos de Artes Visuais da Faculdade Anhanguera de Taboão da Serra. Disciplina "Teoria e crítica da arte brasileira".
quinta-feira, 23 de julho de 2015
quarta-feira, 3 de junho de 2015
A favela e a Cidade
Taboão da Serra, 18/05/2015.
Entrevista com os alunos do 2º e 3º. Semestres do Curso Artes Visuais . A proposta
era desenvolver um painel com tema livre.
O grupo que escolhemos trabalharam
um tema único para todo o grupo: A Favela e a Cidade.
A ideia segundo os integrantes é a visão de que a arte, não é só mostrar o
belo, mas acima de tudo mostrar que a cultura está ao alcance de todos e que
deve vir sempre como inquietação, provocação! A proposta do painel é mostrar a gritante desigualdade
social, expondo os dois polos de uma mesma metrópole e, apesar da linha tênue que as divide geograficamente
falando, a distância econômica é quilométrica.
Os integrantes desse grupo são: Alexandre, Keila, Rebeca, Andreia, Valéria e Paulo Artitude, sendo este último grafiteiro já excursionando pelo mundo das artes, assim como o Alexandre. Todos afirmam que ao iniciarem no curso de artes visuais, suas expectativas eram outras, acreditavam que era um curso com mais ênfase nas artes propriamente dita. Mas, agora que estão podendo ter aulas práticas e de fato trabalhar com artes, esta começando a ficar interessante!
Confiram as fotos:
Por:
Ednalva Marchezini;
Neusa Ramiro;
Simone Silvino.
Simone Silvino.
Curso: Artes Visuais – 6º.
Semestre/2015
Alunos:
Ednalva Marchezini,
Marleide Florentino,
Neusa Ramiro,
Simone Santos e
Wilson Leal
Ednalva Marchezini,
Marleide Florentino,
Neusa Ramiro,
Simone Santos e
Wilson Leal
Biografia
de Lina Bo Bardi
Lina Bo Bardi (Achillina Bo)
nasceu em 05 de dezembro de 1914 Roma-São Paulo, 20 de março 1992. Arquiteta
modernista ítalo/brasileira, foi casada com Pietro Maria Bardi, crítico de arte.
Ela foi a idealizadora do Museu de Arte de São Paulo, mais conhecido como MASP.
Lina no canteiro de obras, durante a construção do MASP.
Na década de 1930, foi aluna na faculdade de Arquitetura da Universidade de Roma. Ao mudar-se para Milão, trabalhou para Gio Ponti, proprietário de uma casa com nome de Domus, onde conquista experiência e relativo reconhecimento, em decorrência disso, consegue abrir seu próprio escritório. Durante a segunda Guerra Mundial, enfrenta a recessão e em 1943 seu escritório é bombardeado. Em meio a esse clima de guerra, Lina conhece o arquiteto Bruno Zevi e, ambos lançam uma revista semanal chamada: A Cultura della vita e, simultaneamente engaja no movimento de resistência contra a invasão alemã, onde passa a militar no Partido Comunista Italiano.
Casa em 1946 e desiludida com
o caos à sua volta e a sensação de perda, ela e seu marido crítico e jornalista
Pietri Maria Bardi, partem para o Brasil, com o qual se identifica e o toma
como lar, se naturalizando brasileira em 1951.
Vivendo em novas terras, a
artista enxerga a possibilidade de novos desafios, novo recomeço e novas ideias,
onde ela vê a oportunidade de concretizar as ideias propostas da arquitetura moderna.
Movimento que a encantou de imediato, vislumbrando as possibilidades em um país
em formação e em busca da afirmação de sua cultura e desprendido do pensamento
europeu onde a arquiteta e artista parte para a conquista de “novos
horizontes”.
No principio Lina Bo Bardi, se
encanta com o Rio de Janeiro suas paisagens e a modernidade do edifício do
Ministério da Educação e Saúde Pública, conhecido como: Edifício Gustavo Capanema,
obra de uma equipe de jovens arquitetos com consultoria de Le Corbusier e
coordenação de Lúcio Costa. Mas, apesar do encantamento, decide-se fixar
residência em São Paulo, onde projetou e construiu sua casa de vidro, como
ficou conhecida no bairro do Morumbi.
Ao aprofundar-se nos hábitos e
costumes do país, apaixona-se pela cultura popular, influenciando fortemente
seu trabalho, onde inicia uma coleção de arte popular brasileira onde destaca o
diálogo entre o Moderno e o Popular. Dai nasce o sonho de um espaço a ser
construído pelas pessoas. A ideia era que o espaço se finalizasse com a
participação das pessoas e suas obras, sendo preenchido a cada participação, em
uma metamorfose constante...
1950 Lina aceita o convite de
Diógenes Rebouças indo para Salvador ministrar palestras onde acaba prolongando
sua estadia por conta do Museu de Arte Moderna, onde assume sua direção e cria
o projeto de recuperação do Solar do Unhão. Ficou conhecida entre os baianos
como Dona Lina. Esteve por lá até 1964.
Maquete do museu à beira do
oceano cidade de S.Vicente: 1951.
Entre suas obras de destaque
estão:
Museu de Arte de São Paulo,
1958=sua obra prima.
Casa da Cultura de Pernambuco,
Recife, 1963.
Instituto
Moreira Salles.
Igreja do Espírito Santo do
Cerrado, Uberlândia Minas Gerais, 1976.
Teatro Oficina, São Paulo,
1990.
Reforma do Palácio das
Indústrias, São Paulo1992.
Reforma do Teatro Politeama,
Jundiaí, 1986-1996.
Lina Bo Bard - 05/12/1914, Roma/Itália-20/03/1992
São Paulo/Brasil (Italiana e Brasileira naturalizada) Morreu aos 77 anos. Este
foi um dos grandes “marcos” deixado pela artista: Museu de Arte de São Paulo
(MASP).
Lian Bo Bard... Nasceu com origem Italiana
e morreu com a essência de uma cidadã brasileira. O que mostra que a arte vai
muito além das fronteiras ou as cores de uma bandeira; Lar é onde mora o coração.
Ela morreu exatamente como sempre desejou... Trabalhando.
Fone da pesquisa:
Wikipédia.org/wiki/Lina_bo_bard
A entrevista com o artista plástico Wilson Coelho
Wilson Roberto Morais Coelho, nasceu na Zona Sul de São Paulo em 26/12/1971, é solteiro, mora com os pais e com os seus dois filhos de 11 e 13 anos. Estudou Artes plásticas no Instituto Rodrigo Mendes, por três meses onde se efetivou, trabalhando com Inclusão Social. Trabalhou em Atibaia - Escola Jornaletto como Professor de Artes, e também na feirinha de Embu das Artes.
Trabalho de maior repercussão: Exposição no SESC em 2005; colaborador cultural na cidade de Embu das Artes intitulado “Identidade Visual” em 2013.
Considera-se artista desde os 03 anos de idade, não se prende a estilos, trabalha de acordo com o dia a dia; o trabalho flui de acordo com as necessidades dos seus alunos e encomendas recebidas.
Encontra- se no último semestre do curso de Artes Visuais, tem como inspiração o professor Gerson que é Artista Plástico. Fazer faculdade foi por necessidade de um certificado acadêmico que é exigido em algumas Instituições, apenas para poder dar aulas em escola. Não precisa de um diploma para mostrar sua arte e seu talento, pois vive e sobrevive do seu trabalho como Artista Plástico, também dá aulas de desenhos no seu próprio ateliê em sua casa e conta com a colaboração de vários amigos artistas que dividem como ele o ateliê.
Wilson considera-se mais professor que artista, tem seus momentos de apatia porem seus alunos o motivam e estão sempre o desafiando a novas criações. É também cartunista, faz desenhos em quadrinhos, gosta de experimentar novas técnicas e novos materiais; trabalha de 8 a12 hs por dia, tem dificuldade visual séria mas esta dificuldade não o atrapalha.
Se não fosse artista, seria artista, não se vê fazendo outra coisa.
Desejo para o futuro: Deseja que a sua arte seja reconhecida, não se dedica a política, mas tem uma filosofia própria.
Sua definição de arte: “Arte é um divisor de águas entre ser um cético um sensível”.
Saiba mais sobre seu trabalho em: Estúdio Coelho Di Papel
Alunos: Ednalva Marchezini (RA 5277976244);
Trabalho de maior repercussão: Exposição no SESC em 2005; colaborador cultural na cidade de Embu das Artes intitulado “Identidade Visual” em 2013.
Considera-se artista desde os 03 anos de idade, não se prende a estilos, trabalha de acordo com o dia a dia; o trabalho flui de acordo com as necessidades dos seus alunos e encomendas recebidas.
Encontra- se no último semestre do curso de Artes Visuais, tem como inspiração o professor Gerson que é Artista Plástico. Fazer faculdade foi por necessidade de um certificado acadêmico que é exigido em algumas Instituições, apenas para poder dar aulas em escola. Não precisa de um diploma para mostrar sua arte e seu talento, pois vive e sobrevive do seu trabalho como Artista Plástico, também dá aulas de desenhos no seu próprio ateliê em sua casa e conta com a colaboração de vários amigos artistas que dividem como ele o ateliê.
Wilson considera-se mais professor que artista, tem seus momentos de apatia porem seus alunos o motivam e estão sempre o desafiando a novas criações. É também cartunista, faz desenhos em quadrinhos, gosta de experimentar novas técnicas e novos materiais; trabalha de 8 a12 hs por dia, tem dificuldade visual séria mas esta dificuldade não o atrapalha.
Se não fosse artista, seria artista, não se vê fazendo outra coisa.
Desejo para o futuro: Deseja que a sua arte seja reconhecida, não se dedica a política, mas tem uma filosofia própria.
Sua definição de arte: “Arte é um divisor de águas entre ser um cético um sensível”.
Saiba mais sobre seu trabalho em: Estúdio Coelho Di Papel
Alunos: Ednalva Marchezini (RA 5277976244);
sexta-feira, 22 de maio de 2015
A criatividade está rolando solta na Anhanguera!
O Artista e professor Gerson Correra, que leciona aulas de artes para os alunos 2º e 3º semestre da Anhanguera, estão com a criatividade a flor da pele. Com alguns materiais e muita criatividade os alunos estão produzindo um trabalho com pintura em painéis para poder deixar exposto no anhanguera day. Enquanto os alunos produziam suas obras, nós alunos do último semestre de artes visuais entrevistamos os artistas.
Confira algumas perguntas que fizemos para os alunos, Rafaela, Gesiele e Jonas.
1 - Do que se trata a produção artística? Possui algum tema?
O aluno Jonas do 2º semestre responde pelo grupo: "Nosso trabalho se trata sobre os quatro elementos" ( terra, fogo, ar e terra).
2 - Qual foi a inspiração para realizar o trabalho?
Jonas responde : "Veio das origens das aves e dos significados que o homem atribui a cada ser. Por exemplo a coruja simboliza a sabedoria e assim como outros animais tem uma significado para algumas culturas".
Jonas resposde o seguinte: "O tema da aula era meio que livre. Nós do grupo tínhamos uma uma ideia, mas resolvemos mudar o tema de ultima hora e o resultado foi outro".
Depois de uma entrevista curta e singela resolvemos deixar o grupo trabalhar em paz e tiramos algumas fotos para poder contextualizar melhor essa entrevista.
Eduardo Alves
Francisca Silva
Joneide Capiotto
Walquiria Perez
segunda-feira, 18 de maio de 2015
NOVOS ARTISTAS, NOVAS HISTÓRIAS
ENTREVISTA COM A TURMA DE ARTES DO 2º E 3º SEMESTRE
Com orientação do professor Gerson Correra, alunos de artes do 2º e 3º semestre da Anhanguera criam painéis em tinta acrílica sobre tecido. Enquanto a criatividade rola solta nos vários espaços dos ateliês, alunos do último semestre entrevistam os grupos de artistas.
Vejam as repostas dos alunos, Fábio, Renata e Lucinei:
Os painéis serão expostos no Anhanguera Day, no dia 29 de maio de 2015. Não percam!
Entrevistadores:
Daniel Araujo
Wilson de O. Leal
Marleide F. Alves
ENTREVISTA COM A TURMA DE ARTES DO 2º E 3º SEMESTRE
Com orientação do professor Gerson Correra, alunos de artes do 2º e 3º semestre da Anhanguera criam painéis em tinta acrílica sobre tecido. Enquanto a criatividade rola solta nos vários espaços dos ateliês, alunos do último semestre entrevistam os grupos de artistas.
Vejam as repostas dos alunos, Fábio, Renata e Lucinei:
1 - Do que se trata a produção artística? Possui algum tema?
Resposta coletiva: Não possui um tema específico, cada um colocou os elementos visuais e que mais gosta, algumas viagens artísticas que mesmo distintas, formam um painel que os desenhos se conectam.
2 - O trabalho foi elaborado/esboçado coletivamente ou cada um teve seu espaço individual?
Não fizemos um esboço coletivo, cada um fez a partir de suas convicções visuais. Não houve intervenção de um desenho para outro.
3 - Alguém já trabalha com Arte?
Não trabalhamos com Arte, "ainda", relata o grupo.
4 - Qual foi a inspiração para realizar o trabalho?
Como foi dito na questão anterior, cada desenho teve inspiração individual
Os painéis serão expostos no Anhanguera Day, no dia 29 de maio de 2015. Não percam!
Entrevistadores:
Daniel Araujo
Wilson de O. Leal
Marleide F. Alves
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